Configurar balanceamento de carga, redirecionamento de porta, ou configuração de firewall ou DNS para acessar aplicativos em um cluster.
O Painel é uma interface de usuário web para o Kubernetes. Através do Painel, você pode implantar aplicações conteinerizadas em um cluster Kubernetes, solucionar problemas em suas aplicações e gerenciar os recursos do cluster.
O Painel oferece uma visão geral das aplicações em execução no seu cluster, além de permitir a criação ou modificação de recursos individuais do Kubernetes (como Deployments, Jobs, DaemonSets, etc.). Por exemplo, você pode escalar um Deployment, iniciar uma atualização contínua (rolling update), reiniciar um pod ou implantar novas aplicações utilizando um assistente de implantação.
O Painel também fornece informações sobre o estado dos recursos do Kubernetes em seu cluster e sobre quaisquer erros que possam ter ocorrido.

A interface de usuário do Painel não é implantada por padrão. Para implantá-la, execute o seguinte comando:
# Adicionando o repositório do kubernetes-dashboard
helm repo add kubernetes-dashboard https://kubernetes.github.io/dashboard/
# Instale o "kubernetes-dashboard" usando helm chart
helm upgrade --install kubernetes-dashboard kubernetes-dashboard/kubernetes-dashboard --create-namespace --namespace kubernetes-dashboard
Para proteger os dados do seu cluster, o Painel é implantado com uma configuração RBAC mínima por padrão. Atualmente, o Painel oferece suporte apenas ao login com um Bearer Token. Para criar um token para esta demonstração, você pode seguir nosso guia de criação de um usuário de exemplo.
Acesse o nosso guia sobre criação de um usuário de exemplo para gerar um token de acesso.
Você pode habilitar o acesso ao Painel usando a ferramenta de linha de comando kubectl,
executando o seguinte comando:
kubectl proxy
O kubectl disponibilizará o Painel em http://localhost:8443/api/v1/namespaces/kubernetes-dashboard/services/https:kubernetes-dashboard:/proxy/.
O acesso à interface é restrito à máquina onde o comando é executado. Consulte kubectl proxy --help para mais opções.
Ao acessar o Painel em um cluster vazio, você verá a página de boas-vindas. Esta página contém um link para este documento, bem como um botão para implantar sua primeira aplicação.
Além disso, você pode visualizar quais aplicações do sistema estão em execução por padrão no namespace kube-system
namespace do seu cluster, como o próprio Painel do Kubernetes.

O Painel permite criar e implantar uma aplicação conteinerizada como um Deployment e um Service opcional através de um assistente simples. Você pode especificar os detalhes da aplicação manualmente ou carregar um arquivo de manifesto em YAML ou JSON contendo a configuração da aplicação.
Clique no botão CRIAR no canto superior direito de qualquer página para iniciar.
O assistente de implantação espera que você forneça as seguintes informações:
O nome da aplicação deve ser único dentro do namespace do Kubernetes selecionado. Ele deve começar com uma letra minúscula, terminar com uma letra minúscula ou um número e conter apenas letras minúsculas, números e hífens (-). O limite é de 24 caracteres. Espaços à esquerda e à direita são ignorados.
Imagem do contêiner (obrigatório): A URL pública de uma imagem de contêiner Docker em qualquer registro de imagens público ou uma imagem privada (comumente hospedada no Google Container Registry ou Docker Hub). A especificação da imagem do container deve terminar com dois pontos (:).
Número de pods (obrigatório): O número desejado de Pods nos quais você deseja que sua aplicação implantada. O valor deve ser um número inteiro positivo.
Um Deployment será criado para manter o número desejado de Pods em seu cluster.
Service (opcional): Para algumas partes da sua aplicação (por exemplo, frontends), você pode querer expor um Service em um endereço de IP externo, possivelmente público, fora do seu cluster (external Service).
Outros Services que são visíveis apenas de dentro do cluster são chamados de Services internos.
Independentemente do tipo de Service, se você optar por criá-lo e seu contêiner escutar em uma porta (entrada), será necessário especificar duas portas. O Serviço será criado mapeando a porta (entrada) para a porta de destino vista pelo contêiner. Este Service direcionará o tráfego para seus Pods implantados. Os protocolos suportados são TCP e UDP. O nome de DNS interno para este Service será o valor especificado como nome da aplicação acima.
Se necessário, você pode expandir a seção Opções avançadas onde você pode especificar mais configurações:
Descrição: O texto inserido aqui será adicionado como uma annotation ao Deployment e exibido nos detalhes da aplicação.
Labels: Por padrão as labels usadas para sua aplicação são o nome e a versão da aplicação. Você pode especificar labels adicionais para serem aplicadas ao Deployment, ao Service (se houver) e aos Pods, como release, tier, environment e track.
Exemplo:
release=1.0
tier=frontend
environment=pod
track=stable
Namespace: O Kubernetes suporta múltiplos clusters virtuais apoiados pelo mesmo cluster físico. Esses clusters virtuais são chamados de namespaces. Eles permitem que você particione os recursos em grupos logicamente nomeados.
O Dashboard oferece todos os namespaces disponíveis em uma lista suspensa e permite que você crie um novo namespace. O nome do namespace pode conter no máximo 63 caracteres alfanuméricos e hífens (-), mas não pode conter letras maiúsculas. Os nomes dos namespaces não devem consistir apenas de números. Se o nome for definido como um número, como 10, o pod será colocado no namespace padrão.
Caso a criação do namespace seja bem-sucedida, ele será selecionado por padrão. Se a criação falhar, o primeiro namespace será selecionado.
Image Pull Secret: Caso a imagem do contêiner Docker especificada seja privada, pode ser necessário fornecer credenciais de pull secret.
O Dashboard oferece todos as secrets disponíveis em uma lista suspensa e permite que você crie uma nova secret.
O nome da secret deve seguir a sintaxe do nome de domínio DNS, por exemplo new.image-pull.secret.
The content of a secret must be base64-encoded and specified in a
O conteúdo de uma secret deve ser codificado em base64 e especificado em um arquivo
.dockercfg.
O nome da secret pode consistir em no máximo 253 caracteres.
Caso a criação da secret de pull de imagem seja bem-sucedida, ele será selecionado por padrão. Se a criação falhar, nenhuma secret será aplicada.
CPU requirement (cores) and Memory requirement (MiB): Você pode especificar os resource limits para o contêiner. Por padrão, os Pods são executados com limits de CPU e memória ilimitados.
Run command and Run command arguments: Por padrão, seus contêiners executam a imagem Docker especificada por padrão entrypoint command. Você pode usar as opções e argumentos de comando para substituir o padrão.
Run as privileged: Esta configuração determina se os processos em privileged containers são equivalentes a processos executados como root no host. Contêiners privilegiados podem fazer uso de capacidades como manipular stack de rede e acessar dispositivos.
Environment variables: O Kubernetes expõe Services por meio
de environment variables.
Você pode compor variáveis de ambiente ou passar argumentos para seus comandos usando os valores das variáveis de ambiente.
Eles podem ser usados em aplicativos para encontrar um Service.
Os valores podem referenciar outras variáveis usando a sintaxe $(VAR_NAME).
O Kubernetes suporta configuração declarativa. Nesse estilo, toda a configuração é armazenada em manifestos (arquivos de configuração YAML ou JSON). Os manifestos utilizam os esquemas de recursos da API do Kubernetes.
Como alternativa à especificação dos detalhes da aplicação no assistente de implantação, você pode definir sua aplicação em um ou mais manifestos e fazer o upload dos arquivos usando o Dashboard.
As seções a seguir descrevem as visualizações da interface do Kubernetes Dashboard; o que elas fornecem e como podem ser usadas.
Quando há objetos do Kubernetes definidos no cluster, o Dashboard os exibe na visualização inicial. Por padrão, apenas objetos do namespace default são exibidos e isso pode ser alterado usando o seletor de namespace localizado no menu de navegação.
O Dashboard exibe a maioria dos tipos de objetos do Kubernetes e os agrupa em algumas categorias de menu.
Para administradores de cluster e namespace, o Dashboard lista Nodes, Namespaces e PersistentVolumes e possui visualizações detalhadas para eles. A visualização da lista de Nodes contém métricas de uso de CPU e memória agregadas em todos os Nodes. A visualização de detalhes mostra as métricas de um Node, sua especificação, status, recursos alocados, eventos e pods em execução no node.
Mostra todas as aplicações em execução no namespace selecionado. A visualização lista as aplicações por tipo de workload (por exemplo: Deployments, ReplicaSets, StatefulSets). Cada tipo de workload pode ser visualizado separadamente. As listas resumem informações acionáveis sobre os workloads, como o número de pods ready para um ReplicaSet ou o uso de memória atual para um Pod.
As visualizações detalhadas dos workloads mostram informações de status e especificação e revelam as relações entre objetos. Por exemplo, Pods que um ReplicaSet está controlando ou novos ReplicaSets e HorizontalPodAutoscalers para Deployments.
Exibe recursos do Kubernetes que permitem expor services para o mundo externo e descobri-los dentro de um cluster. Por essa razão, as visualizações de Service e Ingress mostram os Pods direcionados por eles, endpoints internos para conexões de cluster e endpoints externos para usuários externos.
A visualização de armazenamento exibe recursos PersistentVolumeClaim que são usados por aplicações para armazenar dados.
Exibe todos os recursos do Kubernetes que são usados para a configuração ao vivo de aplicações em execução em clusters. A visualização permite editar e gerenciar objetos de configuração e exibe secrets ocultos por padrão.
Listas de Pods e páginas de detalhes vinculam a um visualizador de logs integrado ao Dashboard. O visualizador permite explorar logs de contêiners pertencentes a um único Pod.

Para mais informações, veja a página do projeto Kubernetes Dashboard.
Esse tópico fala sobre diversas maneiras de interagir com clusters.
Se estiver acessando o Kubernetes API pela primeira vez, recomendamos usar a CLI do Kubernetes, kubectl.
Para acessar um cluster, você precisa saber a localização do cluster e ter credenciais para acessá-lo. Geralmente, isso é configurado automaticamente quando você trabalha com um Guia de instalação ou outra pessoa configurou o cluster e forneceu a você credenciais e uma localização.
Verifique o local e as credenciais que o kubectl conhece com esse comando:
kubectl config view
Muitos dos exemplos fornecem uma introdução ao uso do kubectl e a documentação completa pode ser encontrada no guia de referência do kubectl.
O Kubectl lida com a localização e a autenticação no servidor de API. Se você quiser acessar diretamente a API REST com um cliente http como curl ou wget, ou um navegador, há várias maneiras de localizar e autenticar:
O comando a seguir executa o kubectl em um modo em que ele atua como um proxy reverso. Ele lida com localização do apiserver e da autenticação. Execute-o desta forma:
kubectl proxy --port=8080
Consulte kubectl proxy para obter mais detalhes.
Em seguida, você pode explorar a API com curl, wget ou um navegador, substituindo localhost por [::1] para IPv6, da seguinte forma:
curl http://localhost:8080/api/
O resultado é semelhante a este:
{
"kind": "APIVersions",
"versions": [
"v1"
],
"serverAddressByClientCIDRs": [
{
"clientCIDR": "0.0.0.0/0",
"serverAddress": "10.0.1.149:443"
}
]
}
Use kubectl apply e kubectl describe secret... para criar um token para a conta de serviço padrão com grep/cut:
Primeiro, crie o Secret, solicitando um token para a ServiceAccount padrão:
kubectl apply -f - <<EOF
apiVersion: v1
kind: Secret
metadata:
name: default-token
annotations:
kubernetes.io/service-account.name: default
type: kubernetes.io/service-account-token
EOF
Em seguida, aguarde até que o controlador de token preencha o Secret com um token:
while ! kubectl describe secret default-token | grep -E '^token' >/dev/null; do
echo "waiting for token..." >&2
sleep 1
done
Recupere e use o token gerado:
APISERVER=$(kubectl config view --minify | grep server | cut -f 2- -d ":" | tr -d " ")
TOKEN=$(kubectl describe secret default-token | grep -E '^token' | cut -f2 -d':' | tr -d " ")
curl $APISERVER/api --header "Authorization: Bearer $TOKEN" --insecure
O resultado é semelhante a este:
{
"kind": "APIVersions",
"versions": [
"v1"
],
"serverAddressByClientCIDRs": [
{
"clientCIDR": "0.0.0.0/0",
"serverAddress": "10.0.1.149:443"
}
]
}
Usando jsonpath:
APISERVER=$(kubectl config view --minify -o jsonpath='{.clusters[0].cluster.server}')
TOKEN=$(kubectl get secret default-token -o jsonpath='{.data.token}' | base64 --decode)
curl $APISERVER/api --header "Authorization: Bearer $TOKEN" --insecure
O resultado é semelhante a este:
{
"kind": "APIVersions",
"versions": [
"v1"
],
"serverAddressByClientCIDRs": [
{
"clientCIDR": "0.0.0.0/0",
"serverAddress": "10.0.1.149:443"
}
]
}
Os exemplos acima usam a opção --insecure. Isso deixa o cluster sujeito a ataques MITM.
Quando o kubectl acessa o cluster, ele usa um certificado raiz guardado
e certificados de cliente para acessar o servidor. (Esses certificados são instalados no diretório
~/.kube). Como os certificados do cluster normalmente são autoassinados, pode ser necessária uma
configuração especial para que seu cliente http use o certificado raiz.
Em alguns clusters, o servidor da API não requer autenticação; ele pode servir
no localhost ou estar protegido por um firewall. Não há um padrão
para isso. A página Controlando Acesso à API do Kubernetes
descreve como um administrador de cluster pode configurar isso.
O Kubernetes suporta oficialmente as bibliotecas de clientes Go e Python.
go get k8s.io/client-go@kubernetes-<kubernetes-version-number>,
consulte INSTALL.md
para obter instruções detalhadas de instalação. Consulte
https://github.com/kubernetes/client-go
para ver quais versões são compatíveis.import "k8s.io/client-go/kubernetes" está correto.O cliente Go pode usar o mesmo arquivo kubeconfig como a CLI do kubectl faz, para localizar e autenticar ao apiserver. Veja esse exemplo.
Se o aplicativo for disponibilizado como um pod no cluster, consulte a próxima seção.
Para usar o cliente Python, execute o seguinte comando:
pip install kubernetes. Consulte a página Python Client Library
para obter mais opções de instalação.
O cliente Python pode usar o mesmo arquivo kubeconfig que a ferramenta kubectl utiliza para localizar e autenticar ao servidor da API. Veja esse exemplo.
Existem bibliotecas de clientes para acessar a API utilizando outras linguagens. Consulte a documentação de outras bibliotecas para saber como elas se autenticam.
Ao acessar a API a partir de um pod, a localização e a autenticação para o servidor de API são um pouco diferentes.
Consulte Acessando a API a partir de um pod para obter mais detalhes.
A seção anterior descreve como se conectar ao servidor da API do Kubernetes. Para obter informações sobre como se conectar a outros serviços em execução em um cluster do Kubernetes, consulte Acessando serviços em execução em clusters.
Os recursos de redirecionamento foram descontinuados e removidos. Em vez disso, use um proxy (veja abaixo).
Há vários proxies diferentes que você pode encontrar ao usar o Kubernetes:
O kube proxy:
Um Proxy/balanceador de carga na frente do(s) servidor(es) da API:
Balanceadores de carga de provedor de nuvem em serviços externos:
LoadBalancerNormalmente, os usuários do Kubernetes não precisam se preocupar com nada além dos dois primeiros tipos. O administrador do cluster normalmente garantirá que os últimos tipos sejam configurados corretamente.
Esta página mostra como configurar o acesso a vários clusters usando arquivos de configuração. Depois que os clusters, os usuários e os contextos forem definidos em um ou mais arquivos de configuração, você pode alternar rapidamente entre os clusters usando o comando kubectl config use-context.
kubeconfig.Você precisa ter um cluster do Kubernetes e a ferramenta de linha de comando kubectl deve estar configurada para se comunicar com seu cluster. É recomendado executar esse tutorial em um cluster com pelo menos dois nós que não estejam atuando como hosts de camada de gerenciamento. Se você ainda não possui um cluster, pode criar um usando o minikube ou pode usar um dos seguintes ambientes:
Para verificar se kubectl está instalado,
execute kubectl version --client. A versão do kubectl deve ter no máximo uma versão menor de diferença da versão do servidor de API do seu cluster.
Suponha que você tenha dois clusters, um para o trabalho de desenvolvimento, chamado development, e outro para o trabalho de teste, chamado test.
No cluster development, seus desenvolvedores de front-end trabalham em um namespace chamado frontend,
e os desenvolvedores de armazenamento trabalham em um namespace chamado storage. Em seu cluster test,
os desenvolvedores trabalham no namespace padrão ou criam namespaces auxiliares conforme
acharem adequado. O acesso ao cluster de desenvolvimento requer autenticação por certificado. O acesso
ao cluster de teste requer autenticação por nome de usuário e senha.
Crie um diretório chamado config-exercise. Em seu diretório
config-exercise, crie um arquivo chamado config-demo com este conteúdo:
apiVersion: v1
kind: Config
preferences: {}
clusters:
- cluster:
name: development
- cluster:
name: test
users:
- name: developer
- name: experimenter
contexts:
- context:
name: dev-frontend
- context:
name: dev-storage
- context:
name: exp-test
Um arquivo de configuração descreve clusters, usuários e contextos. Seu arquivo config-demo
tem a estrutura para descrever dois clusters, dois usuários e três contextos.
Vá para o diretório config-exercise. Digite estes comandos para adicionar detalhes do cluster ao
seu arquivo de configuração:
kubectl config --kubeconfig=config-demo set-cluster development --server=https://1.2.3.4 --certificate-authority=fake-ca-file
kubectl config --kubeconfig=config-demo set-cluster test --server=https://5.6.7.8 --insecure-skip-tls-verify
Adicione detalhes do usuário ao seu arquivo de configuração:
kubectl config --kubeconfig=config-demo set-credentials developer --client-certificate=fake-cert-file --client-key=fake-key-seefile
kubectl config --kubeconfig=config-demo set-credentials experimenter --username=exp --password=some-password
kubectl --kubeconfig=config-demo config unset users.<name>kubectl --kubeconfig=config-demo config unset clusters.<name>kubectl --kubeconfig=config-demo config unset contexts.<name>Adicione detalhes de contexto ao seu arquivo de configuração:
kubectl config --kubeconfig=config-demo set-context dev-frontend --cluster=development --namespace=frontend --user=developer
kubectl config --kubeconfig=config-demo set-context dev-storage --cluster=development --namespace=storage --user=developer
kubectl config --kubeconfig=config-demo set-context exp-test --cluster=test --namespace=default --user=experimenter
Abra seu arquivo config-demo para ver os detalhes adicionados. Como alternativa para abrir o arquivo config-demo, você pode usar o comando config view
kubectl config --kubeconfig=config-demo view
O resultado mostra os dois clusters, dois usuários e três contextos:
apiVersion: v1
clusters:
- cluster:
certificate-authority: fake-ca-file
server: https://1.2.3.4
name: development
- cluster:
insecure-skip-tls-verify: true
server: https://5.6.7.8
name: test
contexts:
- context:
cluster: development
namespace: frontend
user: developer
name: dev-frontend
- context:
cluster: development
namespace: storage
user: developer
name: dev-storage
- context:
cluster: test
namespace: default
user: experimenter
name: exp-test
current-context: ""
kind: Config
preferences: {}
users:
- name: developer
user:
client-certificate: fake-cert-file
client-key: fake-key-file
- name: experimenter
user:
# Nota de documentação (este comentário NÃO faz parte da saída do comando).
# Armazenar senhas na configuração do cliente Kubernetes é arriscado.
# Uma alternativa melhor seria usar um plugin de credenciais
# e armazenar as credenciais separadamente.
# Veja https://kubernetes.io/pt-br/docs/reference/access-authn-authz/authentication/#plugins-de-credenciais-client-go
password: some-password
username: exp
O fake-ca-file, o fake-cert-file e o fake-key-file acima são os espaços reservados
para a localização dos arquivos de certificado. Você precisa alterá-los para a localização real
dos arquivos de certificado em seu ambiente.
Às vezes, você pode querer usar dados codificados em Base64 incorporados aqui, em vez de arquivos de certificado separados.
Nesse caso, é necessário adicionar o sufixo data às chaves, por exemplo,
certificate-authority-data, client-certificate-data, client-key-data.
Cada contexto é uma tripla (cluster, usuário, namespace). Por exemplo, o contexto
dev-frontend diz: "Use as credenciais do usuário developer
para acessar o namespace frontend do cluster development".
Define o contexto atual:
kubectl config --kubeconfig=config-demo use-context dev-frontend
Agora, sempre que você use um comando kubectl, a ação será aplicada ao cluster,
e ao namespace listados no contexto dev-frontend. E o comando usará
as credenciais do usuário listado no contexto dev-frontend.
Para ver apenas as informações de configuração associadas ao
o contexto atual, use a opção --minify.
kubectl config --kubeconfig=config-demo view --minify
O resultado mostra as informações de configuração associadas ao contexto dev-frontend:
apiVersion: v1
clusters:
- cluster:
certificate-authority: fake-ca-file
server: https://1.2.3.4
name: development
contexts:
- context:
cluster: development
namespace: frontend
user: developer
name: dev-frontend
current-context: dev-frontend
kind: Config
preferences: {}
users:
- name: developer
user:
client-certificate: fake-cert-file
client-key: fake-key-file
Agora, suponha que você queira trabalhar por um tempo no cluster de teste.
Altere o contexto atual para exp-test:
kubectl config --kubeconfig=config-demo use-context exp-test
Agora, qualquer comando kubectl que você usar, será aplicado ao namespace padrão do cluster test. E o comando usará as credenciais do usuário
listado no contexto exp-test.
Ver a configuração associada ao novo contexto atual, exp-test.
kubectl config --kubeconfig=config-demo view --minify
Por fim, suponha que você queira trabalhar por um tempo no namespace storage do cluster development.
Altere o contexto atual para dev-storage:
kubectl config --kubeconfig=config-demo use-context dev-storage
Ver a configuração associada ao novo contexto atual, dev-storage.
kubectl config --kubeconfig=config-demo view --minify
Em seu diretório config-exercise, crie um arquivo chamado config-demo-2 com este conteúdo:
apiVersion: v1
kind: Config
preferences: {}
contexts:
- context:
cluster: development
namespace: ramp
user: developer
name: dev-ramp-up
O arquivo de configuração anterior define um novo contexto chamado dev-ramp-up.
Verifique se você tem uma variável de ambiente chamada KUBECONFIG. Em caso afirmativo, salve o valor atual da variável de ambiente KUBECONFIG para que você possa restaurá-lo posteriormente.
Por exemplo:
export KUBECONFIG_SAVED="$KUBECONFIG"
$Env:KUBECONFIG_SAVED=$ENV:KUBECONFIG
A variável de ambiente KUBECONFIG é uma lista de caminhos para arquivos de configuração. A lista é
delimitada por dois pontos para Linux e Mac, e delimitada por ponto e vírgula para Windows. Se você tiver
uma variável de ambiente KUBECONFIG, familiarize-se com os arquivos de configuração
na lista.
Anexe temporariamente duas localizações à sua variável de ambiente KUBECONFIG. Por exemplo:
export KUBECONFIG="${KUBECONFIG}:config-demo:config-demo-2"
$Env:KUBECONFIG=("config-demo;config-demo-2")
Em seu diretório config-exercise, digite este comando:
kubectl config view
O resultado mostra informações mescladas de todos os arquivos listados em sua variável de ambiente KUBECONFIG. Em particular, observe que as informações mescladas têm o contexto dev-ramp-up do arquivo config-demo-2 e os três contextos do arquivo config-demo:
contexts:
- context:
cluster: development
namespace: frontend
user: developer
name: dev-frontend
- context:
cluster: development
namespace: ramp
user: developer
name: dev-ramp-up
- context:
cluster: development
namespace: storage
user: developer
name: dev-storage
- context:
cluster: test
namespace: default
user: experimenter
name: exp-test
Para obter mais informações sobre como os arquivos kubeconfig são mesclados, consulte Organizando o acesso ao cluster usando arquivos kubeconfig
Se você já tiver um cluster e puder usar o kubectl para interagir com o
o cluster, então provavelmente você tem um arquivo chamado config no diretório $HOME/.kube.
Vá para $HOME/.kube e veja quais arquivos estão lá. Normalmente, há um arquivo chamado
config. Também pode haver outros arquivos de configuração nesse diretório. Em um breve momento
familiarize-se com o conteúdo desses arquivos.
Se você tiver um arquivo $HOME/.kube/config e ele ainda não estiver listado em sua variável de ambiente
KUBECONFIG, acrescente-o à sua variável de ambiente KUBECONFIG agora.
Por exemplo:
export KUBECONFIG="${KUBECONFIG}:${HOME}/.kube/config"
$Env:KUBECONFIG="$Env:KUBECONFIG;$HOME\.kube\config"
Visualize as informações de configuração mescladas de todos os arquivos que agora estão listados
em sua variável de ambiente KUBECONFIG. Em seu diretório config-exercise, digite:
kubectl config view
Retorne sua variável de ambiente KUBECONFIG ao seu valor original. Por exemplo:
export KUBECONFIG="$KUBECONFIG_SAVED"
$Env:KUBECONFIG=$ENV:KUBECONFIG_SAVED
Nem sempre é óbvio quais atributos (nome de usuário, grupos) você obterá após a autenticação no cluster. Isso pode ser ainda mais desafiador se você estiver gerenciando mais de um cluster ao mesmo tempo.
Há um subcomando de kubectl para verificar os atributos do sujeito, como o nome de usuário, para o Kubernetes contexto selecionado: kubectl auth whoami.
Leia Acesso da API às informações de autenticação de um cliente para saber mais sobre isso em detalhes.
Esta página mostra como usar o kubectl port-forward para se conectar a um servidor MongoDB em execução em um cluster Kubernetes. Esse tipo de conexão pode ser útil para depuração de bancos de dados.
Você precisa ter um cluster do Kubernetes e a ferramenta de linha de comando kubectl deve estar configurada para se comunicar com seu cluster. É recomendado executar esse tutorial em um cluster com pelo menos dois nós que não estejam atuando como hosts de camada de gerenciamento. Se você ainda não possui um cluster, pode criar um usando o minikube ou pode usar um dos seguintes ambientes:
O seu servidor Kubernetes deve estar numa versão igual ou superior a v1.10.Para verificar a versão, digite kubectl version.
Crie uma Implantação que execute o MongoDB:
kubectl apply -f https://k8s.io/examples/application/mongodb/mongo-deployment.yaml
A saída de um comando bem-sucedido verifica que a implantação foi criada:
deployment.apps/mongo criado
Visualize o status do pod para verificar se ele está pronto:
kubectl get pods
A saída exibe o pod criado:
NAME READY STATUS RESTARTS AGE
mongo-75f59d57f4-4nd6q 1/1 Em execução 0 2m4s
Visualize o status da implantação:
kubectl get deployment
A saída exibe que a implantação foi criada:
NAME READY UP-TO-DATE AVAILABLE AGE
mongo 1/1 1 1 2m21s
A implantação gerencia automaticamente um conjunto de réplicas. Visualize o status do conjunto de réplicas usando:
kubectl get replicaset
Visualize o status do conjunto de réplicas usando:
NAME DESIRED CURRENT READY AGE
mongo-75f59d57f4 1 1 1 3m12s
Crie um serviço para expor o MongoDB na rede:
kubectl apply -f https://k8s.io/examples/application/mongodb/mongo-service.yaml
A saída de um comando bem-sucedido verifica que o serviço foi criado:
service/mongo criado
Verifique o serviço criado::
kubectl get service mongo
A saída exibe o serviço criado:
NAME TYPE CLUSTER-IP EXTERNAL-IP PORT(S) AGE
mongo ClusterIP 10.96.41.183 <none> 27017/TCP 11s
Verifique se o servidor MongoDB está sendo executado no Pod e ouvindo a porta 27017:
# Altere mongo-75f59d57f4-4nd6q para o nome do Pod
kubectl get pod mongo-75f59d57f4-4nd6q --template='{{(index (index .spec.containers 0).ports 0).containerPort}}{{"\n"}}'
A saída exibe a porta para o MongoDB nesse Pod:
27017
27017 é a porta TCP alocada ao MongoDB na internet.
kubectl port-forward permite usar o nome do recurso, como o nome do pod, para selecionar um pod correspondente para encaminhar a porta.
# Altere mongo-75f59d57f4-4nd6q para o nome do Pod
kubectl port-forward mongo-75f59d57f4-4nd6q 28015:27017
que é o mesmo que
kubectl port-forward pods/mongo-75f59d57f4-4nd6q 28015:27017
ou
kubectl port-forward deployment/mongo 28015:27017
ou
kubectl port-forward replicaset/mongo-75f59d57f4 28015:27017
ou
kubectl port-forward service/mongo 28015:27017
Qualquer um dos comandos acima funciona. A saída é semelhante a esta:
Encaminhamento de 127.0.0.1:28015 -> 27017
Encaminhamento de [::1]:28015 -> 27017
kubectl port-forward não retorna. Para continuar com os exercícios, você precisará abrir outro terminal.Inicie a interface de linha de comando do MongoDB:
mongosh --port 28015
No prompt de comando do MongoDB, digite o comando ping:
db.runCommand( { ping: 1 } )
Uma solicitação de ping bem-sucedida retorna:
{ ok: 1 }
Se você não precisa de uma porta local específica, pode permitir que o kubectl escolha e reserve a porta local e, assim, evitar ter que gerenciar conflitos de porta local, com a sintaxe ligeiramente mais simples:
kubectl port-forward deployment/mongo :27017
A ferramenta kubectl encontra um número de porta local que não está em uso (evitando números de porta baixos, porque esses podem ser usados por outras aplicações). A saída é semelhante a:
Encaminhamento de 127.0.0.1:63753 -> 27017
Encaminhamento de [::1]:63753 -> 27017
As conexões feitas à porta local 28015 são encaminhadas para a porta 27017 do Pod que está executando o servidor MongoDB. Com esta conexão em vigor, você pode usar seu local de trabalho para depurar o banco de dados que está sendo executado no Pod.
kubectl port-forward é implementado apenas para portas TCP.
O suporte ao protocolo UDP é rastreado em
issue 47862.Saiba mais sobre kubectl port-forward.
Esta tarefa mostra como criar um microserviço frontend e um microserviço backend. O microserviço backend é um serviço que envia uma mensagem de saudação. O frontend expõe o backend usando o nginx e um objeto Service do Kubernetes.
hello usando um objeto Deployment.Service) para enviar tráfego para as várias réplicas do microserviço de backend.nginx, também usando um objeto Deployment.Service do tipo LoadBalancer para expor o microserviço de frontend fora do cluster.Você precisa ter um cluster do Kubernetes e a ferramenta de linha de comando kubectl deve estar configurada para se comunicar com seu cluster. É recomendado executar esse tutorial em um cluster com pelo menos dois nós que não estejam atuando como hosts de camada de gerenciamento. Se você ainda não possui um cluster, pode criar um usando o minikube ou pode usar um dos seguintes ambientes:
Para verificar a versão, digite kubectl version.
Esta tarefa utiliza Serviços com balanceadores de carga externos, que necessitam de um ambiente suportado. Se o seu ambiente não suportar isso, você pode substituir por um serviço do tipo NodePort.
O backend é um microserviço simples de saudação. Aqui está o arquivo de configuração para o Deployment do backend:
---
apiVersion: apps/v1
kind: Deployment
metadata:
name: backend
spec:
selector:
matchLabels:
app: hello
tier: backend
track: stable
replicas: 3
template:
metadata:
labels:
app: hello
tier: backend
track: stable
spec:
containers:
- name: hello
image: "gcr.io/google-samples/hello-go-gke:1.0"
ports:
- name: http
containerPort: 80
...
Crie o Deployment do backend:
kubectl apply -f https://k8s.io/examples/service/access/backend-deployment.yaml
Veja informações sobre o Deployment do backend:
kubectl describe deployment backend
A saída é semelhante a esta:
Name: backend
Namespace: default
CreationTimestamp: Mon, 24 Oct 2016 14:21:02 -0700
Labels: app=hello
tier=backend
track=stable
Annotations: deployment.kubernetes.io/revision=1
Selector: app=hello,tier=backend,track=stable
Replicas: 3 desired | 3 updated | 3 total | 3 available | 0 unavailable
StrategyType: RollingUpdate
MinReadySeconds: 0
RollingUpdateStrategy: 1 max unavailable, 1 max surge
Pod Template:
Labels: app=hello
tier=backend
track=stable
Containers:
hello:
Image: "gcr.io/google-samples/hello-go-gke:1.0"
Port: 80/TCP
Environment: <none>
Mounts: <none>
Volumes: <none>
Conditions:
Type Status Reason
---- ------ ------
Available True MinimumReplicasAvailable
Progressing True NewReplicaSetAvailable
OldReplicaSets: <none>
NewReplicaSet: hello-3621623197 (3/3 replicas created)
Events:
...
helloA chave para enviar solicitações do frontend para o backend é o Service do backend. Um Service cria um endereço IP persistente e uma entrada de nome DNS, para que o microserviço do backend possa ser sempre acessado. Um Service usa seletores para encontrar os Pods para os quais ele roteia o tráfego.
Primeiro, explore o arquivo de configuração do Service:
---
apiVersion: v1
kind: Service
metadata:
name: hello
spec:
selector:
app: hello
tier: backend
ports:
- protocol: TCP
port: 80
targetPort: http
...
No arquivo de configuração, você pode ver que o Service, chamado de hello, roteia o tráfego para Pods que possuem as labels app: hello e tier: backend.
Crie o Service para o backend:
kubectl apply -f https://k8s.io/examples/service/access/backend-service.yaml
Neste ponto, você possui um Deployment chamado backend executando três réplicas do seu aplicativo hello e possui um Service que pode rotear o tráfego para eles. No entanto, esse serviço ainda não pode ser acessado ou resolvido fora do cluster.
Agora que o seu backend está em execução, você pode criar um frontend que seja acessível fora do cluster e se conecte ao backend por meio de solicitações de proxy.
O frontend envia solicitações para os worker Pods do backend usando o nome DNS fornecido ao Serviço do backend. O nome DNS é hello, que é o valor do campo name no arquivo de configuração examples/service/access/backend-service.yaml.
Os Pods no Deployment do frontend executam uma imagem nginx que é configurada para fazer proxy de solicitações para o Serviço de backend hello. Aqui está o arquivo de configuração nginx:
# The identifier Backend is internal to nginx, and used to name this specific upstream
upstream Backend {
# hello is the internal DNS name used by the backend Service inside Kubernetes
server hello;
}
server {
listen 80;
location / {
# The following statement will proxy traffic to the upstream named Backend
proxy_pass http://Backend;
}
}
Similarmente ao backend, o frontend possui um Deployment e um Service. Uma diferença importante a ser notada entre os serviços de backend e frontend é que a configuração do serviço de frontend tem o parâmetro type: LoadBalancer, o que significa que o serviço usa um balanceador de carga fornecido pelo provedor de nuvem e será acessível de fora do cluster.
---
apiVersion: v1
kind: Service
metadata:
name: frontend
spec:
selector:
app: hello
tier: frontend
ports:
- protocol: "TCP"
port: 80
targetPort: 80
type: LoadBalancer
...
---
apiVersion: apps/v1
kind: Deployment
metadata:
name: frontend
spec:
selector:
matchLabels:
app: hello
tier: frontend
track: stable
replicas: 1
template:
metadata:
labels:
app: hello
tier: frontend
track: stable
spec:
containers:
- name: nginx
image: "gcr.io/google-samples/hello-frontend:1.0"
lifecycle:
preStop:
exec:
command: ["/usr/sbin/nginx","-s","quit"]
...
Crie o Deployment e o Service para o frontend:
kubectl apply -f https://k8s.io/examples/service/access/frontend-deployment.yaml
kubectl apply -f https://k8s.io/examples/service/access/frontend-service.yaml
A saída mostra que ambos os recursos foram criados:
deployment.apps/frontend created
service/frontend created
Service frontendDepois de criar um Service do tipo LoadBalancer, você pode usar este comando para encontrar o IP externo:
kubectl get service frontend --watch
Isso exibe a configuração do Service frontend e fica monitorando por mudanças. Inicialmente, o IP externo é exibido como <pending>:
NAME TYPE CLUSTER-IP EXTERNAL-IP PORT(S) AGE
frontend LoadBalancer 10.51.252.116 <pending> 80/TCP 10s
Assim que um IP externo é provisionado, a configuração é atualizada para incluir o novo IP na seção EXTERNAL-IP:
NAME TYPE CLUSTER-IP EXTERNAL-IP PORT(S) AGE
frontend LoadBalancer 10.51.252.116 XXX.XXX.XXX.XXX 80/TCP 1m
Esse IP agora pode ser usado para interagir com o serviço frontend de fora do cluster.
Agora que o frontend e o backend estão conectados, você pode acessar o endpoint usando o comando curl no IP externo do seu serviço frontend:
curl http://${EXTERNAL_IP} # substitua isto pelo `EXTERNAL-IP` que você viu antes
A saída mostra a mensagem gerada pelo backend:
{"message":"Hello"}
Para excluir os Services, digite este comando:
kubectl delete services frontend backend
Para excluir os Deployments, ReplicaSets e `Pods que estão executando as aplicações frontend e backend, digite este comando:
kubectl delete deployment frontend backend
ServicesConfigMapsServices e PodsEsta página mostra como criar um balanceador de carga externo para um service em execução em um cluster Kubernetes.
Criando um Service, você tem a opção de criar automaticamente um balanceador de carga em nuvem. Isso fornece um endereço IP acessível externamente que envia tráfego para a porta correta nos nós do seu cluster, desde que seu cluster seja executado em um ambiente suportado e esteja configurado com o pacote do provedor de balanceador de carga em nuvem correto.
Você também pode usar um Ingress no lugar de Service.
Para obter mais informações, verifique a documentação do Ingress.
Você precisa ter um cluster do Kubernetes e a ferramenta de linha de comando kubectl deve estar configurada para se comunicar com seu cluster. É recomendado executar esse tutorial em um cluster com pelo menos dois nós que não estejam atuando como hosts de camada de gerenciamento. Se você ainda não possui um cluster, pode criar um usando o minikube ou pode usar um dos seguintes ambientes:
Seu cluster deve estar em execução em uma nuvem ou em outro ambiente que já tenha suporte para configurar balanceadores de carga externos.
Para criar um balanceador de carga externo, adicione a seguinte linha ao manifesto do service:
type: LoadBalancer
Seu manifesto pode se parecer com:
apiVersion: v1
kind: Service
metadata:
name: example-service
spec:
selector:
app: example
ports:
- port: 8765
targetPort: 9376
type: LoadBalancer
Como alternativa, você pode criar o service com o comando kubectl expose e a flag --type=LoadBalancer:
kubectl expose deployment example --port=8765 --target-port=9376 \
--name=example-service --type=LoadBalancer
Esse comando cria um novo service usando os mesmos seletores do recurso referenciado (no caso do exemplo acima, um
Deployment chamado example).
Para obter mais informações, incluindo flags opcionais, consulte a referência do comando kubectl expose reference.
Você pode encontrar o endereço IP criado para o seu service obtendo as informações do service por meio do kubectl:
kubectl describe services example-service
que devem produzir resultados semelhantes a:
Name: example-service
Namespace: default
Labels: app=example
Annotations: <none>
Selector: app=example
Type: LoadBalancer
IP Families: <none>
IP: 10.3.22.96
IPs: 10.3.22.96
LoadBalancer Ingress: 192.0.2.89
Port: <unset> 8765/TCP
TargetPort: 9376/TCP
NodePort: <unset> 30593/TCP
Endpoints: 172.17.0.3:9376
Session Affinity: None
External Traffic Policy: Cluster
Events: <none>
O endereço IP do balanceador de carga é listado ao lado de LoadBalancer Ingress.
Se você estiver executando seu service no Minikube, poderá encontrar o endereço IP e a porta designados com:
minikube service example-service --url
Por padrão, o IP de origem visto no contêiner de destino não é o IP de origem original do cliente. Para permitir a preservação do IP do cliente, os seguintes
campos podem ser configurados no .spec do Service:
.spec.externalTrafficPolicy - indica se este Service deseja rotear o tráfego externo para endpoints locais do nó ou em todo o cluster. Existem duas opções disponíveis: Cluster (padrão) e Local. Cluster oculta o IP de origem do cliente e pode causar um segundo salto para outro nó, mas deve ter uma boa distribuição geral de carga. Local preserva o IP de origem do cliente e evita um segundo salto para Service do tipo LoadBalancer e NodePort, mas corre o risco de uma distribuição de tráfego potencialmente desequilibrada.
.spec.healthCheckNodePort - especifica a porta de verificação de integridade
(número de porta numérico) para o service. Se você não especificar
healthCheckNodePort, o controlador de service alocará uma porta do intervalo NodePort do seu cluster.
Você pode configurar esse intervalo definindo uma opção de linha de comando do servidor de API,
--service-node-port-range. O Service usará o valor healthCheckNodePort especificado pelo usuário, se você o especificar, desde que o tipo do Service esteja definido como LoadBalancer e externalTrafficPolicy esteja definido como Local.
A definição externalTrafficPolicy: Local no manifesto do Service ativa esse recurso. Por exemplo:
apiVersion: v1
kind: Service
metadata:
name: example-service
spec:
selector:
app: example
ports:
- port: 8765
targetPort: 9376
externalTrafficPolicy: Local
type: LoadBalancer
Os service de balanceamento de carga de alguns provedores de nuvem não permitem configurar pesos diferentes para cada destino.
Como cada destino recebe o mesmo peso no balanceamento de tráfego para os Nós, o tráfego externo não é distribuído igualmente entre os Pods. Isso ocorre porque o balanceador de carga externo não considera o número de Pods por Nó.
Quando NumServicePods << NumNodes ou NumServicePods >> NumNodes, uma distribuição relativamente próxima da igualdade será observada, mesmo sem pesos.
O tráfego interno Pod-a-Pod deve apresentar um comportamento similar aos services ClusterIP, com a mesma probabilidade entre todos os Pods.
Kubernetes v1.17 [stable]
Em um caso normal, ao excluir um Service do tipo LoadBalancer, os recursos de balanceamento de carga no provedor de nuvem são automaticamente removidos. Porém, existem casos onde esses recursos permanecem ativos, mesmo após a exclusão do Service. Para resolver esse problema, foi introduzida a Proteção por Finalizadores para LoadBalancers de Service. Essa proteção utiliza finalizadores, que são mecanismos que impedem a exclusão de um Serviço até que os recursos de balanceamento de carga associados também sejam removidos.
Para Service do tipo LoadBalancer, o controlador de service utiliza um finalizador chamado service.kubernetes.io/load-balancer-cleanup. Esse finalizador funciona como um mecanismo de segurança, impedindo a exclusão do Service até que o recurso de balanceamento de carga associado seja removido. Essa medida evita a existência de recursos de balanceamento de carga órfãos, mesmo em situações inesperadas, como a falha do controlador de service.
É importante ressaltar que o roteamento e distribuição do tráfego para essa funcionalidade são realizados por um balanceador de carga que não faz parte do cluster Kubernetes.
Quando um Serviço é configurado como LoadBalancer, o Kubernetes garante o acesso interno aos pods do Serviço (como no tipo ClusterIP) e também integra o Serviço com um balanceador de carga externo. A camada de gerenciamento do Kubernetes é responsável por criar o balanceador de carga externo no provedor de nuvem, configurar as verificações de integridade (quando necessárias) e as regras de filtragem de pacotes (quando necessárias). Assim que o provedor de nuvem aloca um endereço IP ao balanceador de carga, a camada de gerenciamento o adiciona ao objeto de Serviço, tornando-o acessível externamente.
Esta página mostra como usar o kubectl para listar todas as imagens de contêineres dos Pods em execução no cluster.
Você precisa ter um cluster do Kubernetes e a ferramenta de linha de comando kubectl deve estar configurada para se comunicar com seu cluster. É recomendado executar esse tutorial em um cluster com pelo menos dois nós que não estejam atuando como hosts de camada de gerenciamento. Se você ainda não possui um cluster, pode criar um usando o minikube ou pode usar um dos seguintes ambientes:
Para verificar a versão, digite kubectl version.
Neste exercício, você usará o kubectl para buscar todos os Pods em execução no cluster e formatar a saída com uma lista dos contêineres por imagem.
kubectl get pods --all-namespaces-o jsonpath={.items[*].spec['initContainers', 'containers'][*].image}.
Isso irá analisar recursivamente o campo image do JSON retornado.
tr, sort, uniq
tr para substituir espaços por quebras de linhasort para ordenar os resultadosuniq para agregar a contagem de imagenskubectl get pods --all-namespaces -o jsonpath="{.items[*].spec['initContainers', 'containers'][*].image}" |\
tr -s '[[:space:]]' '\n' |\
sort |\
uniq -c
O jsonpath é interpretado da seguinte forma:
.items[*]: para cada valor retornado.spec: coleta a especificação do recurso informado['initContainers', 'containers'][*]: para cada contêiner.image: coleta o nome da imagemkubectl get pod nginx,
a parte .items[*] do caminho deve ser omitida porque um único Pod é retornado
e não uma lista de itens.O formato de saída pode ser controlado ainda mais usando a operação range para
iterar sobre os elementos individualmente.
kubectl get pods --all-namespaces -o jsonpath='{range .items[*]}{"\n"}{.metadata.name}{":\t"}{range .spec.containers[*]}{.image}{", "}{end}{end}' |\
sort
Para selecionar apenas os Pods que correspondem a um label específico, use a flag -l.
O comando a seguir seleciona apenas os Pods com o label app=nginx.
kubectl get pods --all-namespaces -o jsonpath="{.items[*].spec.containers[*].image}" -l app=nginx
Para selecionar apenas os Pods de um namespace específico, use a flag namespace.
O comando a seguir seleciona apenas os Pods no namespace kube-system.
kubectl get pods --namespace kube-system -o jsonpath="{.items[*].spec.containers[*].image}"
Como alternativa ao jsonpath, o kubectl suporta o uso de go-templates para formatar a saída:
kubectl get pods --all-namespaces -o go-template --template="{{range .items}}{{range .spec.containers}}{{.image}} {{end}}{{end}}"
Esta página mostra como usar um Volume para realizar a comunicação entre dois contêineres rodando no mesmo Pod. Veja também como permitir que processos se comuniquem por compartilhamento de namespace do processo entre os contêineres.
Você precisa ter um cluster do Kubernetes e a ferramenta de linha de comando kubectl deve estar configurada para se comunicar com seu cluster. É recomendado executar esse tutorial em um cluster com pelo menos dois nós que não estejam atuando como hosts de camada de gerenciamento. Se você ainda não possui um cluster, pode criar um usando o minikube ou pode usar um dos seguintes ambientes:
Para verificar a versão, digite kubectl version.
Neste exercício, você cria um Pod que executa dois contêineres. Os dois contêineres compartilham um volume que eles podem usar para se comunicar. Aqui está o arquivo de configuração para o Pod:
apiVersion: v1
kind: Pod
metadata:
name: two-containers
spec:
restartPolicy: Never
volumes:
- name: shared-data
emptyDir: {}
containers:
- name: nginx-container
image: nginx
volumeMounts:
- name: shared-data
mountPath: /usr/share/nginx/html
- name: debian-container
image: debian
volumeMounts:
- name: shared-data
mountPath: /pod-data
command: ["/bin/sh"]
args: ["-c", "echo Hello from the debian container > /pod-data/index.html"]
No arquivo de configuração, você pode ver que o Pod tem um shared-data chamado
shared-data.
O primeiro contêiner listado no arquivo de configuração executa um servidor nginx.
O caminho de montagem para o volume compartilhado é /usr/share/nginx/html.
O segundo contêiner é baseado na imagem debian e tem um caminho de montagem
/pod-data. O segundo contêiner executa o seguinte comando e é encerrado.
echo Hello from the debian container > /pod-data/index.html
Observe que o segundo contêiner grava o arquivo index.html no diretório raiz do servidor nginx.
Crie o Pod e os dois contêineres:
kubectl apply -f https://k8s.io/examples/pods/two-container-pod.yaml
Veja as informações sobre o Pod e os contêineres:
kubectl get pod two-containers --output=yaml
Aqui está uma parte da saída:
apiVersion: v1
kind: Pod
metadata:
...
name: two-containers
namespace: default
...
spec:
...
containerStatuses:
- containerID: docker://c1d8abd1 ...
image: debian
...
lastState:
terminated:
...
name: debian-container
...
- containerID: docker://96c1ff2c5bb ...
image: nginx
...
name: nginx-container
...
state:
running:
...
Você pode ver que o contêiner debian foi encerrado e o contêiner nginx ainda está em execução.
Obtenha um shell para o contêiner nginx:
kubectl exec -it two-containers -c nginx-container -- /bin/bash
Em seu shell, verifique que o nginx está em execução:
root@two-containers:/# apt-get update
root@two-containers:/# apt-get install curl procps
root@two-containers:/# ps aux
A saída é semelhante a esta:
USER PID ... STAT START TIME COMMAND
root 1 ... Ss 21:12 0:00 nginx: master process nginx -g daemon off;
Lembre-se de que o contêiner debian criou o arquivo index.html no diretório raiz do nginx.
Use curl para enviar uma solicitação GET para o servidor nginx:
root@two-containers:/# curl localhost
A saída mostra que o nginx responde com uma página da web escrita pelo contêiner debian:
Hello from the debian container
O principal motivo pelo qual os pods podem ter vários contêineres é oferecer suporte a aplicações extras que apoiam uma aplicação principal. Exemplos típicos de aplicativos auxiliares são extratores de dados, aplicações para envio de dados e proxies. Aplicativos auxiliares e primários geralmente precisam se comunicar uns com os outros. Normalmente, isso é feito por meio de um sistema de arquivos compartilhado, conforme mostrado neste exercício, ou por meio da interface de rede de loopback, localhost. Um exemplo desse padrão é um servidor web junto com um programa auxiliar que consulta um repositório Git para novas atualizações.
O volume neste exercício fornece uma maneira dos contêineres se comunicarem durante a vida útil do Pod. Se o Pod for excluído e recriado, todos os dados armazenados no volume compartilhado serão perdidos.
Saiba mais sobre padrões para contêineres compostos.
Saiba sobre contêineres compostos para arquitetura modular.
Veja Configurando um Pod para usar um volume para armazenamento.
Veja Configurar um Pod para compartilhar namespace de processo entre contêineres em um Pod
Veja Volume.
Veja Pod.
O Kubernetes oferece um complemento de DNS para os clusters, que a maioria dos ambientes suportados habilitam por padrão. Na versão do Kubernetes 1.11 e posterior, o CoreDNS é recomendado e instalado por padrão com o kubeadm.
Para mais informações sobre como configurar o CoreDNS para um cluster Kubernetes, veja Personalização do Serviço de DNS. Para ver um exemplo que demonstra como usar o DNS do Kubernetes com o kube-dns, consulte Plugin de exemplo para DNS.
Esta página mostra como se conectar aos serviços em execução no cluster Kubernetes.
Você precisa ter um cluster do Kubernetes e a ferramenta de linha de comando kubectl deve estar configurada para se comunicar com seu cluster. É recomendado executar esse tutorial em um cluster com pelo menos dois nós que não estejam atuando como hosts de camada de gerenciamento. Se você ainda não possui um cluster, pode criar um usando o minikube ou pode usar um dos seguintes ambientes:
Para verificar a versão, digite kubectl version.
No Kubernetes, todos nós, Pods e serviços têm seus próprios IPs. Em muitos casos, os IPs dos nós, dos Pods e alguns dos IPs de serviço em um cluster não serão roteáveis, portanto, não estarão acessíveis a partir de uma máquina fora do cluster, como seu computador.
Você tem várias opções para se conectar a nós, Pods e serviços de fora do cluster:
NodePort ou LoadBalancer para tornar o serviço acessível fora do cluster. Consulte a documentação de serviços e
kubectl expose.Normalmente, existem vários serviços que são iniciados em um cluster pelo kube-system. Obtenha uma lista desses serviços com o comando kubectl cluster-info:
kubectl cluster-info
A saída é semelhante a esta:
Kubernetes master is running at https://192.0.2.1
elasticsearch-logging is running at https://192.0.2.1/api/v1/namespaces/kube-system/services/elasticsearch-logging/proxy
kibana-logging is running at https://192.0.2.1/api/v1/namespaces/kube-system/services/kibana-logging/proxy
kube-dns is running at https://192.0.2.1/api/v1/namespaces/kube-system/services/kube-dns/proxy
grafana is running at https://192.0.2.1/api/v1/namespaces/kube-system/services/monitoring-grafana/proxy
heapster is running at https://192.0.2.1/api/v1/namespaces/kube-system/services/monitoring-heapster/proxy
Isso mostra a URL referente ao verbo proxy para acessar cada serviço. Por exemplo, este cluster tem os logs a nível de cluster habilitados (usando o Elasticsearch), que pode ser acessado em https://192.0.2.1/api/v1/namespaces/kube-system/services/elasticsearch-logging/proxy/ se as credenciais adequadas forem passadas ou através do comando kubectl proxy, como por exemplo: http://localhost:8080/api/v1/namespaces/kube-system/services/elasticsearch-logging/proxy/.
Como mencionado acima, você usa o comando kubectl cluster-info para recuperar a URL do proxy do serviço. Para criar URLs de proxy que incluem endpoints, sufixos e parâmetros de serviço, você adiciona à URL do proxy do serviço:
http://endereço_do_mestre_do_kubernetes/api/v1/namespaces/nome_do_namespace/services/[https:]nome_do_serviço[:nome_da_porta]/proxy
Se você não especificou um nome para a porta, não é necessário especificar nome_da_porta na URL. Você também pode usar o número da porta no lugar do nome_da_porta para portas nomeadas e não nomeadas.
Por padrão, o servidor da API usa um proxy para o seu serviço através de HTTP. Para usar HTTPS, adicione o prefixo https: ao nome do serviço:
http://<endereço_do_mestre_do_kubernetes>/api/v1/namespaces/<nome_do_namespace>/services/<nome_do_serviço>/proxy
Os formatos suportados para o segmento <nome_do_serviço> da URL são:
<nome_do_serviço> - usa um proxy para a porta padrão ou não nomeada usando http<nome_do_serviço>:<nome_da_porta> - usa um proxy para a porta nomeada ou número da porta especificado usando httphttps:<nome_do_serviço>: - usa um proxy para a porta padrão ou não nomeada usando https (observe o dois-pontos no final)https:<nome_do_serviço>:<nome_da_porta> - usa um proxy para a porta nomeada ou número da porta especificado usando httpsPara acessar o endpoint de serviço Elasticsearch _search?q=user:kimchy, você usaria:
http://192.0.2.1/api/v1/namespaces/kube-system/services/elasticsearch-logging/proxy/_search?q=user:kimchy
Para acessar as informações de integridade do cluster Elasticsearch _cluster/health?pretty=true, você usaria:
https://192.0.2.1/api/v1/namespaces/kube-system/services/elasticsearch-logging/proxy/_cluster/health?pretty=true
As informações de integridade são semelhantes a estas:
{
"cluster_name" : "kubernetes_logging",
"status" : "yellow",
"timed_out" : false,
"number_of_nodes" : 1,
"number_of_data_nodes" : 1,
"active_primary_shards" : 5,
"active_shards" : 5,
"relocating_shards" : 0,
"initializing_shards" : 0,
"unassigned_shards" : 5
}
Para acessar as informações de integridade do serviço Elasticsearch _cluster/health?pretty=true, você usaria:
https://192.0.2.1/api/v1/namespaces/kube-system/services/https:elasticsearch-logging:/proxy/_cluster/health?pretty=true
Você pode conseguir de colocar um URL de proxy do servidor da API na barra de endereço de um navegador. No entanto: